
Desta vez foi na Ásia. Ao fundo a torre de Macau, em segundo plano 3 Ferreiras, em primeiro o meu Neumann...
Logo hei-de escrever sobre a viagem.
At 3:39 da tarde,
At 9:49 da manhã, Paula
e o ferreira pucanino hummm?
Ãiiiiiiiiiiiii voces estiveram tao bem em coimbra Os ares de Macau trouxeram qq coisa diferente Nem sei explicar
Se era das saudades que tinha vossas se era mm da vossa boa disposição não sei
Continua a manter isto actualizado
Na semana passada apeteceu-me "espancar-te" por não haver nada novo
Muitos beijinhos e até ao Rivoli
At 11:52 da tarde, TiagoIsidro
Tim,
Na verdade não tenho acompanhado o seu trabalho a solo... mas pelo que tenho ouvido está bastante bom.
Mais um [útil] passo para a evolução da música portuguesa (que tirando um ou outro caso, ainda é das melhores que tenho visto, pelo menos na minha opinião)
Vou ver se amanhã (1 de Novembro, feriado) vou à FNAC e compro o seu CD e se puder... talvez dê uma saltada a um concerto.
Bom trabalho, felicidades,
Forte Abraço,
Tiago Costa.
At 2:45 da tarde,
At 6:28 da tarde,
At 11:45 da tarde,
At 1:41 da manhã,
At 1:42 da manhã,
At 11:18 da tarde,
é certo que poucas vezes aqui paro!!! não por desinteresse por tudo o que por aqui se lê, mas por falta de tempo para apreciar, calmamente, tudo o que se escreve. este tema (bem como as partes em que se fala do "transe" e do "brazil"), em particular e pelas razões que se sabem, despertou a minha atenção. no primeiro momento, despertou-me a curiosidade da partilha... depois, tendo em consideração todas as notas sobre macau e aquilo que percebi do "brazil", senti necessidade de saber,por ter em consideração outras plataformas de análise, a tua nobre opinião. assim: neste mundo plural (embora, um mundo de "cidadonos e cidavítimas" com muita dificuldade em perceber o verdadeiro conceito de cidadania e, por consequência, de mundialização!!!) que percepções comparativas tiveste no iato de tempo brasil - macau? além das óbvias, que diferenças? que sensações? que paralelismos? portugal, onde e como fica enquadrado? somos um mundo? somos vários continentes? ou somos, simplesmentes, países?
etc., etc., etc. ...
a quem não tem estes interesses, as minhas desculpas por questionar este tipo de assuntos neste espaço... no entanto, é sempre interessante sabermos o que os outros têm para nos dizer...
beijos
marta regina
At 7:05 da tarde,
At 7:57 da tarde, tim
vou tentar responder: Somos muitas pessoas. Muitas. Um pouco como a parábola da sementes, umas caem na terra outras nas pedras, e não depene da semente. A sobrevivência não está garantida para todos, e ainda por cima pode ser uma sobrevivência cultural, onde as pessoas também querem ter aquilo que os outros têm, saúde, regalias, coisas, e para isso são capazes de renegar os seus direitos pessoais. Na riqueza (Macau), estas coisas são ofuscadas pelo brilho das luzes, na pobreza (nordeste) são mais notórios. O resto é a velha exploração do homem pelo homem. Quanto a Portugal, nestes sítios são os portugueses, e esses há dos bons e dos maus...
At 11:50 da tarde,
tim, obrigada...
esta é uma conversa que pode tornar-se longa, por haver muito a dizer... ainda assim, deu bem para perceber o que queres dizer (acho!!!)de facto, não depende das sementes, mas sim de quem prossegue com processo... na minha opinião, é aqui que reside a questão... que processo? para que humanidade? a que deveria ser, naturalmente, humana ou aquela em que reside "a velha exploração do Homem pelo Homem"? Desculpa a minha ousadia em alterar o H, mas não me posso permitir a fazer esta distinção de géneros... não que eu seja feminista, mas dentro das desigualdades, já há mulheres mais desiguais que outras... por outro lado, quase todos os homens são mais feministas que eu!!! (digo-o, porque, por definição, feminista é, também, aquele que se interessa por mulheres - atracção por mulheres) gajos, não fiquem zangados comigo!!!! enfim, reminiscências de fundações e de ong's...
Já agora, a quem alertou para o erro que eu escrevi, obrigada... não obstante, refiro, por curiosidades, que "hiato" (do latim, hiatu - acção de abrir a boca), em termos gramaticais, se refere a um encontro desagradável entre duas vogais que não formam ditongo, obrigando a uma grande abertura da boca... (hummm, interessante!!!); "falha"; "lacuna"...ou "intervalo" (este é o conceito que eu queria aplicar)... e como não tenho a postura do "nunca me engano", pois não sou pessoa de "cavaquismos" (quem me conhece, sabe bem! eu até brinco com estas coisas!) desculpem, falhei um HHHHHH "aaaaaggggáááá"... e, então? vá lá eu saber porquê!!!!! era "hiato"... desde que seja na boa, vale a pena...
P.S. gostei muito do teu filme...
beijos
a mesma marta
Ah,bom...que o pessoal almejava por novidades,lá da terra do arroz chau-chau...Mas pelos vistos correu tudo bem...como sempre,culminaram...Logo lá nos vemos...